Pesquisa, Saúde Mental, Educação e Inovação


Eu no Mundo
Somos um Instituto dedicado ao acolhimento, à pesquisa, à educação e à inovação orientados por uma ética da singularidade humana.
Nosso compromisso é sustentar um espaço seguro, ético e sensível, onde cada pessoa, em sua história, corporeidade, modos de percepção e formas de relação, possa ser reconhecida para além de modelos normativos e reducionismos diagnósticos.
Trabalhamos com equipes especializadas e em diálogo permanente com a produção científica contemporânea, articulando rigor investigativo, escuta qualificada e práticas clínicas e educativas de base humanista.
Reconhecemos a neurodiversidade como um campo fundamental de estudo e ação, mas compreendemos que toda existência é singular: cada sujeito se constitui no encontro entre corpo, mundo, linguagem, cultura e vínculos. Por isso, nossos serviços e projetos buscam integrar conhecimento técnico, responsabilidade ética e sensibilidade às condições concretas de vida.
Na área clínica, oferecemos cuidado integral e acompanhamento qualificado, voltados tanto às necessidades da pessoa quanto ao fortalecimento das redes que a sustentam (família, escola, comunidade e trabalho).
Na educação, investimos na formação de professores, famílias e profissionais, promovendo práticas inclusivas e sustentáveis que reorganizam o ambiente pedagógico para ampliar participação, pertencimento e aprendizagem.
Assim, apoiamos trajetórias individuais e, simultaneamente, contribuímos para a construção de comunidades mais justas, equânimes e inovadoras

Nossa História
O Instituto Eu no Mundo nasceu em 2020 do encontro entre experiência vivida, clínica, pesquisa e educação.
Sustentamos uma ética da singularidade humana e o compromisso de construir práticas inclusivas com participação real de pessoas neurodivergentes e com deficiência, porque nenhuma proposta de cuidado ou educação pode ser feita sem considerar quem vive seus efeitos. É dessa base que desenvolvemos nossos programas, incluindo o Programa Aldeia Atípica, voltado à implementação de cultura inclusiva em escolas e redes de ensino.
Breve Histórico
O termo neurodiversidade (neurodiversity) foi usado pela primeira vez em 1998 pela jornalista Judy Singer, que cunhou o termo para promover a ideia de que as diferenças neurológicas, como autismo e TDAH, são variações naturais da função cerebral, em oposição a serem vistos como desordens a serem corrigidas.

Pessoas Neurodivergentes
Estima-se que de 15 a 20% da população mundial seja neurodivergente. Levantamento do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, em 2023, mostrou que 1 a cada 36 são autistas.
No Brasil o IBGE pesquisa a neurodivergência junto a demais deficiências, totalizando em pesquisa de julho/2023 (PNAD) um total de 18,9 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência (8,9% do total).

Mercado de Trabalho
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que cerca de 85% dos profissionais autistas estão fora do mercado de trabalho.
Considerando o número de pessoas com autismo no país, esse número pode chegar a 1,7 milhão.
As empresas vem percebendo a importância de criarem um Departamento de Diversidade e Inclusão, para melhorar a qualidade do recrutamento, manter a estabilidade e criar planos de carreira para os profissionais neurodivergentes.

Educação
De 2022 a 2023, no Brasil, o número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em sala de aula do ensino regular, aumentou 50%: saltou de 405.056 para 607.144, segundo dados do Censo de Educação Básica.
O Parecer 50/2023 do Conselho Nacional de Educação (CNE), foi homologado em novembro de 2024 e orienta a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação.
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